GRCSITA

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

GREVE DA POLÍCIA MILITAR NA BAHIA CAUSA PÂNICO NA POPULAÇÃO


Os incidentes na capital baiana ocorreram durante a greve de PMs e bombeiros da Bahia. Justiça decreta a ilegalidade da paralisação.

(Foto: Raul Spinassé/Agência A Tarde/AE)    
 Quatro agências do Banco do Brasil, em bairros nas proximidades do Centro de Salvador, sofreram ataques a tiros na madrugada de ontem. As as portas de vidro dos estabelecimentos foram quebradas nos incidentes, porém sem registro de feridos. Os episódios aconteceram depois que policiais militares e bombeiros da Bahia iniciaram greve na terça-feira. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, os atentados estavam sendo investigados como atos de vandalismo, com o objetivo de criar pânico, já que não aconteceram saques ou tentativas de roubo nas agências.

Testemunhas ouvidas pela Polícia relataram que os ataques foram praticados por homens em motocicletas. Na mesma linha do que apontou a secretaria, lojas da avenida 7 de Setembro, também no Centro salvadorense, e no Subúrbio Ferroviário fecharam as portas depois de boatos de arrastão. De acordo com informações de transeuntes no local, houve correrias pela rua e a ordem dos proprietários foi de encerrar as atividades.

Ilegalidade

O juiz da 6ª Vara da Fazenda Pública da Bahia, Ruy Eduardo Almeida Brito, acolheu requerimento do Estado e determinou que os integrantes da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (Aspra) suspendessem a paralisação. A liminar prevê o cumprimento imediato da decisão, sob pena de multa de R$ 80 mil para a associação por dia de paralisação.
Os cerca de dois mil filiados à Aspra, uma das nove associações que representam os 32 mil PMs e bombeiros da ativa baianos, decidiram cruzar os braços para cobrar do Governo estadual a incorporação de gratificações aos salários, além de regulamentação para o pagamento de adicionais, como de periculosidade e acidente.
O presidente da associação, Marco Prisco, disse que a determinação judicial não prejudicaria o movimento grevista e que o departamento jurídico da entidade foi acionado “para tomar as providências necessárias”. (das agências de notícias)

Por quê

ENTENDA A NOTÍCIA
A movimentação grevista dos policiais na Bahia, com notícias desencontradas sobre atos de violência, lembra muito o que aconteceu no Ceará no dia 3 de janeiro. De certa forma a ação não chega a surpreender, em virtude da sensação de medo que impera nas grandes cidades brasileiras.

CABO MACIEL SUGERE INDEXADOR PARA CORRIGIR AUXILIO-MORADIA PARA OS PMS


Deputado Cabo Maciel tem demonstrado que além de defender os policiais e bombeiros militares do Amazonas, tem procurado melhorar a situação financeira de todos negociando as planilhas com a Comissão do Governo do Estado.

Deputado Cabo Maciel com os alunos soldados da PMAM
 
Enquanto os Policiais Militares do Rio de Janeiro recorrerem a Comissão de Direitos Humanos para recuperar o auxilio-moradia que foi cortado pelo secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Aqui em Manaus o Presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), Deputado Cabo Maciel (PR), inclui em seu anteprojeto de Lei um indexador para reajustar o auxilio-moradia dos Militares que atuam nos municípios do Amazonas.

            Lembra Cabo Maciel que faz muito tempo que os Militares que atuam no interior recebem um auxílio de R$ 300,00, que considera defasado para atender suas necessidades de moradia.

          “Essa será mais uma luta a ser travada e espero contar com o apoio da tropa, uma vez que todo projeto que gera despesa ao cofre público o governo sempre veta. Mas, vou insistir com minha luta e acredito que vou conseguir mais essa conquista para a tropa”, concluiu o líder do PR na Assembleia Legislativa.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

CONHEÇA O GRÊMIO DE ITACOATIARA

A diretoria representativa do gremio de Itacoatiara, tem trabalho incansavelmente para oferecer o melhor aos seus associados, e com uma proposta inovadora na ultima eleição como promessa de erguer uma nova sede, após meses de trabalho apresentamos a nova sede social do Grêmio Recreativo dos Cabos e Soldados e Bombeiro Militar de Itacoatiara.

Sede Social GRCSPMBM de Itacoatiara

Piscina GRCSPMBM de Itacoatiara

Sede Social GRCSPMBM de Itacoatiara

Sede Social GRCSPMBM de Itacoatiara


Com uma estrutura impecável, hoje o grêmio dispõe de uma sede ampla, ventilada toda em alvenaria, e cobertura metálica de primeira. Isso é apenas o começo de uma transformação que temos como plano para sempre oferecer aos associados e dependentes  e freqüentadores um melhor do conforto e segurança.

Cabo Maciel defende mudanças na Lei de Ingresso da Polícia Militar

Deputado Cabo Maciel em busca de mais um benefício para a Segurança Pública com foco direto a Polícia e Bombeiros Militares. Sua propositura visa beneficiar a todos não só as Praças Policiais Militares que trabalhassem próximas às autoridades públicas recebiam esse benefício, vez que cabia a essas mesmas autoridades o direito de indicar seus protegidos, promoções estas que ocorriam em detrimento das demais Praças Policiais Militares que diuturnamente, sob o sol e a chuva, enfrentam a criminalidade e expõem suas vidas ao risco direto, situação esta inconcebível em pleno século XXI, onde as regras dos direitos humanos primam pela igualdade na sua mais plena forma.

Deputado Cabo Maciel
O deputado estadual Cabo Maciel (PR) apresentou requerimento de indicativo ao Governo do Estado para fazer mudanças na Lei de Ingresso na Polícia Militar (PM), por entender que está havendo prejuízos para os militares no que dispõe sobre os critérios para a evolução na carreira dos praças da PM do Estado do Amazonas e futura aposentadoria.

O requerimento será encaminhado ao Poder Executivo para análise e discussão com os órgãos e entidades pertinentes e posterior encaminhamento a Casa Legislativa, na forma de Projeto de Lei. “O requerimento visa fazer mudanças na Lei de Ingressos, citando como exemplo a aposentaria compulsória que trata da idade limite do policial militar”, assinalou Maciel.

Segundo o parlamentar, conforme estabelece a lei atual, o cabo e o soldado com 51 anos de idade vão “ex-ofício” para a reserva remunerada, os sargentos e subtenentes com 54 anos e os oficiais com 57 anos.
Para o deputado Cabo Maciel, “muita gente está sendo prejudicada por estar próximo de ser promovido”. Segundo ele, a idade limite é severa, pois por questão de dez, 15 ou 20 dias, o policial militar passa para a reserva para receber aposentadoria compulsória e, com isso, ele deixa de receber a promoção que, por lei, lhe é merecida. “O policial é totalmente prejudicado. A proposta é que a idade limite para todos os policiais seja de 59 anos para a aposentadoria normal, a idade limite para ingresso seja de 28 anos na carreira militar, perfazendo 30 anos de serviços prestados”.

Segundo o parlamentar, ao longo dos seus 175 anos de existência, a Polícia Militar do Amazonas e o Corpo de Bombeiros Militar, sempre foram deficientes quanto a uma legislação que tratasse de forma clara e objetiva sobre a evolução nas respectivas Carreiras das Praças Policiais e Bombeiros Militares.

Nesse sentido, o deputado ressalta que o requerimento tem como escopo corrigir essa necessidade histórica, vez que define requisitos e estabelece critérios para promoções por antiguidade (artigos 5º e 6º), por merecimento (art. 7º), por bravura (art. 8º), à graduação e ao posto imediato (artigos 9º e 10) e post-mortem (art. 11).

LOCAÇÃO DE VEÍCULOS PARA RONDA NO BAIRRO EM MANAUS TEM CONTRATO DE R$ 143 MILHÕES

O programa ' Ronda no Bairro' não prevê aquisição de viaturas, mas sim a locação dos veículos, contratos de locação nunca foram revelados (Ney Mendes - 10/11/2011

Viatura do Ronda no Bairro
A empreiteira Delta Construção S.A, responsável por obras viárias na BR-174 (que liga o Amazonas a Roraima) foi a principal vencedora das licitações para o programa “Ronda no Bairro”. As notas de empenho do Estado com a empreiteira somam R$ 143,8 milhões (em números exatos, R$ 143.851.323,08). Na Junta Comercial do Amazonas (Jucea), a atividade econômica registrada pela empreiteira é a “construção de rodovias e ferrovias”.
No acordo comercial da empreiteira com a Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP/AM), a Delta Construção aparece como “empresa especializada na locação de veículos”. Em um dos contratos mais volumosos que a empreiteira conquistou para alugar veículos à Secretaria de Segurança (Pregão Eletrônico 890/2011) , a quantia empenhada é de R$ 103.179.999,08.
 O dinheiro tem como destino pagar um consórcio encabeçado pela Delta Construção, batizado de “Consórcio DPV”, para o aluguel de 252 veículos da marca Mitsubishi (com equipamentos embarcados, sistema integrado de captura, processamento e transmissão de dados, sinalizador multifuncional e demais itens).
 Neste contrato, do valor global de R$ 103,1 milhões, 73% destinam-se à Delta Construção, 18% à empresa Polsec Indústria e Comércio de Equipamentos e 9% para a empresa Fast One Sistemas Tecnológicos S.A.
Em outro contrato, para a locação de 66 viaturas tipo SUV (sem equipamentos embarcados), da marca Mitsubishi, a Delta ganhou licitação de R$ 16.450.200. O despacho de homologação da licitação (Pregão Eletrônico 967/2011) foi publicado em 21 de outubro de 2011.
 A empreiteira ainda venceu outro pregão eletrônico (de número 003/2011) para o programa “Ronda no Bairro”, no valor de R$ 8.021.124,00, para a locação de veículos tipo “Station Wagon” - com cela, rádio de comunicação, sinalizador e rastreador. A vigência do contrato é de 36 meses. A quantia mensal a ser paga à Delta é de R$ 222.809.
A Delta Construção S.A ainda logrou êxito em uma quarta licitação para o aluguel de viaturas à SSP/AM, desta vez para disponibilizar veículos tipo picape cabine dupla, tração 4 x 4, a diesel, carroceria aberta, com rádio comunicação, sinalizador, rastreador e grafismo. Pelo serviço, a empreiteira receberá R$ 16,2 milhões ou R$ 450.000 em 36 meses.
O Governo do Estado já divulgou que pretende investir R$ 250 milhões em programas de segurança para o Amazonas. Mais da metade está comprometido com a Delta Construção. O programa Ronda no Bairro não prevê a aquisição de viaturas, mas sim, a locação dos veículos.

 Teor dos contratos não revelados

A reportagem de A CRÍTICA aguarda, há três meses, que a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas informe quais foram as empresas vencedoras das licitações para o programa “Ronda no Bairro”.
Há 90 dias a assessoria de imprensa da pasta esconde a informação. O titular da pasta, coronel Roberto Vital, também já foi questionado sobre o tema, mas não quis comentar
o assunto.
Em princípio, a assessoria de comunicação da SSP/AM alegou estar produzindo um “levantamento das informações” requisitadas (empresas vencedoras e valores dos contratos) e justificava a demora com a argumentação de que os dados seriam muito detalhados e volumosos. Depois de dois meses do primeiro pedido de informações, a assessoria de imprensa declarou que não poderia fornecer os dados.
A Delta Construção não foi a única a vencer os pregões voltados para o programa, mas o contrato com as demais empresas - assim como também com a empreiteira - nunca foi revelado pela SSP/AM. As empresas Locavel Serviços, Norauto Rent a Car, Tupã Importação, Egel Locação de Veículos disputaram com a Delta pregões em que a empreiteira saiu vencedora.

Licitação considerada ‘viciada’

O contrato do governo do Amazonas com a Delta Construção é, de acordo com a própria empreiteira, uma “adesão” ao contrato que a empresa mantém com o governo do Pará. No Pará, o Ministério Público Estadual move ação na Justiça para derrubar um contrato de locação de viaturas entre a Delta e o Estado vizinho, que foi fechado com base numa ata de adesão de preços do Estado de Goiás.
De acordo com promotores do MP paraense, a ata de adesão de preços de Goiás, sendo transferida para o Pará, é “viciada”.
Em nota, a Delta Construção informou ao jornal A CRÍTICA que “é responsável pela locação e manutenção da frota da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, que aderiu ao contrato estabelecido com o Estado do Pará e receberá cerca de 200 veículos para equipar as polícias civil e militar”.
Ainda de acordo com a nota, a empresa diz ter participado de apenas dois pregões eletrônicos, “nos quais foi vencedora por oferecer melhor proposta entre os participantes”, afirma. “Em decorrência do primeiro pregão, a empresa faz a locação e manutenção 66 modelos SUV (sigla em inglês para Veículo Utilitário Esportivo), que fazem a rota nos bairros. No segundo pregão, a Delta, líder do consórcio formado com as empresas Veotex e Polsec, faz a locação e manutenção de 252 SUV equipados com cela, rádio, sinalizador, câmeras, computador, entre outros aparelhos”.
O Portal da Transparência do governo do Amazonas informa que a Delta mantém quatro contratos com o Estado, e não apenas dois, como descreve a nota.

Endereço

 A sede da Delta Construção está localizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em julho de 2008, a empresa abriu um escritório no município de Presidente Figueiredo (a 107 quilômetros de Manaus), como base para as obras da BR-174, pagas pelo Governo Federal. Em abril de 2010, a empreiteira mudou o endereço do escritório para o conjunto Morada do Sol, Aleixo, Zona Centro-Sul, em Manaus. Na Junta Comercial do Amazonas (Jucea/AM), conforme documento obtido pela reportagem, a atividade econômica da empresa é definida como “construção de rodovias e ferrovias”.
A Delta Construção oferece o aluguel de veículos para governos em alguns Estados do Brasil como em Goiás, onde aluga 1.935 veículos para as polícias Civil e Militar. No Pará, a empreiteira diz ter fechado contrato com a Polícia Militar para alugar 450 veículos. Em Mato Grosso, a Delta também presta serviço de locação para a PM.

ES: APROVADO PROJETO DE LEI QUE PERMITE A VOLTA VOLUNTÁRIA DE OFICIAIS DA RESERVA PARA OS QUADROS DA ATIVA DA PM E DO CBOM

      A Assembleia Legislativa ES aprovou no dia (21/12/2011), Projeto de Lei Complementar nº 35/2011, de autoria do governo do Estado, que dispõe sobre alterações na Lei nº 3.196/1978, que institui a convocação voluntária de militares da reserva remunerada para desempenhar atividades de natureza policial ou militar e revoga a Lei Complementar 460/2008. Assim, a partir de agora, oficiais – do tenente ao coronel – da reserva remunerada também podem retornar voluntariamente aos quadros da ativa da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Com a lei anterior, somente os praças poderiam voltar à ativa.
Tropa de Choque

     Pelo projeto original, praças e oficiais que retornassem aos quadros da ativa das duas corporações seriam escalados também para o policiamento de rua – no caso da PM – e para o combate a incêndios e resgate – no caso dos bombeiros. O deputado Josias Da Vitória (PDT) fez uma emenda ao projeto do governo, pedindo que praças e oficiais da reserva que aceitarem retornar à ativa sejam designados para o trabalho administrativo. Os deputados recusaram parte da emenda, permitindo somente aos praças fazerem o serviço administrativo, enquanto oficiais que aceitarem retornar à ativa poderão ser escalados para o policiamento ostensivo nas ruas.  A lei foi aprovada com votos contrários dos deputados Da Vitória, Rodney Miranda (DEM) e Luciano Rezende (PPS). Os três foram contra o projeto do jeito porque ele (projeto) não protege os oficiais do serviço ostensivo.

      Durante a sessão, Da Vitória leu documento onde entidades de classe dos militares estaduais criticam o projeto, lembrando que a matéria não foi discutida com as duas corporações e, da forma como está, traz insegurança aos que voltarão ao batente. O documento foi elaborado e assinado pelo presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo (ACS/PMBM/ES), Jean Ramalho. “O documento ainda reitera que o projeto fere a barreira legal da lei complementar em vigência e coloca em risco de morte os militares que voltarão às ruas. Não podemos aceitar que policiais com mais de 60 anos entrem em confronto direto com meliantes, em sua maioria adolescentes, e ainda dizer que eles não correm risco”, pontuou Da Vitória, votando contra a proposta. Lucia.

        O líder do Governo, deputado Marcelo Coelho (PDT), explicou que a matéria foi para a Assembleia com a intenção de fortalecer a segurança pública em favor da sociedade. “As ações do governador Renato Casagrande mostram o compromisso com a segurança pública, com essas duas corporações que contribuem e têm profissionais de valor. O governador está e sempre esteve aberto ao diálogo”, frisou.

        Com a nova lei, os praças que aceitarem retornar à ativa vão receber R$ 2 mil por mês, com direito a 13° salário e férias, além de seus vencimentos como militar da reserva. Já os oficiais receberão R$ 4 mil mensais, tendo também os mesmos direitos dos praças