GRCSITA

quinta-feira, 8 de março de 2012

Aprovada promoção por tempo de serviço para PM e BM de Rondônia

Projeto da Sesdec junto ao comando das corporações beneficia servidores com promoções
 
A Assembléia Legislativa aprovou o projeto que cria critério de promoção por tempo de serviço para oficiais e praças militares. A matéria visa o planejamento da carreira dos militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia, de modo a obter um fluxo regular e equilibrado da carreira para os Oficiais e Praças das Corporações.

A promoção pelo critério de tempo de serviço é um anseio de policiais e bombeiros que já completaram todos requisitos para promoção, muitos deles há mais de dez anos.

Conforme mensagem enviada pelo governo do Estado aos deputados estaduais, os militares continuam no exercício de suas funções, cumprindo seus compromissos, afirmando a sua aceitação consciente das obrigações e dos deveres da função.
O critério de promoção por tempo de serviço é adotado também pelas polícias militares dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Amapá.

O projeto de lei visa à inovação no que se refere aos requisitos para promoção, vez que traz diversos critérios para a avaliação de concessão de benefício, não bastando apenas o tempo de serviço, mas também um tempo mínimo de contribuição previdenciária, o interstício exigido no posto e graduação previstos em lei e regulamento de promoção.

Assim, propõe-se que, que sejam promovidos todos os policiais militares que estão frequentando o curso de adaptação de oficiais administrativos, e que não alcançaram o número de vagas fixadas para transferi-los temporariamente para o quadro especial da PM, até que surja a vaga.

Para o governo, o projeto atende reivindicações dos servidores militares, além de assegurar um fluxo constante e rítmico ao longo de toda a escala hierárquica, evitando o desestímulo profissional causado pela longa permanência nos postos ou graduações inferiores.

“Com esta aprovação vemos mais uma vez o compromisso dos deputados estaduais comprometidos com a valorização dos servidores das forças públicas de segurança”, comenta o secretário de Segurança, Defesa e Cidadania, Marcelo Nascimento Bessa.
Fonte: Rondônia Dinâmica

terça-feira, 6 de março de 2012

INSCRIÇÃO DAS CHAPAS PARA A ELEIÇÃO DA ACSPMAM 2012 ESTÃO ENCERRADAS

Portaria
O Presidente do Pleito e Conselho Deliberativo da ACSPMAM-Am o senhor Cabo QPPM José Elielson de Oliveira Barbosa, informa ao pretensos candidatos, que o prazo para as inscrições das chapas para o triênio 2012/2015, encerraram-se no ultimo dia 02 de março de 2012, conforme portaria, publicada em murais de todos os quarteis e companhia militares da capital e do interior do Estado.

Debate na Câmara sobre Segurança Prioriza Organização e Salário de Policiais

Grande parte dos projetos que tramitam na Câmara trata de salários dos policiais ou anistia para grevistas. Viés corporativo é criticado por Vanderlei Siraque, enquanto Arnaldo Faria de Sá defende que, sem melhores salários, não haverá combate eficiente à criminalidade.

As recentes greves de policiais e a proximidade das eleições municipais reacenderam a discussão sobre segurança pública e combate à criminalidade. Entre os deputados federais, esse debate é dominado por projetos que buscam a melhoria dos salários e mudanças na organização das corporações, com destaque para o piso nacional para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09), que depende de votação em segundo turno em Plenário.
Na Câmara, há 24 propostas que tratam de organização das polícias, entre elas, a PEC que eleva os agentes penitenciários à categoria de Polícia Penal (PEC 308/04). Também tramitam na Casa 11 projetos que anistiam policiais e bombeiros participantes de movimentos grevistas. Além disso, entre as seis propostas que buscam alterar o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), principal política de segurança do governo federal, cinco querem ampliar as categorias que têm acesso ao bolsa-formação, benefício salarial para incentivar a valorização profissional.


Corporativismo

Dep. Vanderlei Siraque
(PT-SP)
 
Esse enfoque corporativo é criticado pelo deputado Vanderlei Siraque (PT-SP). “A Câmara discute a questão das corporações, não discute políticas públicas de segurança. Os servidores são fundamentais, mas para defendê-los existem os sindicatos. Nós temos obrigação de olhar o todo, as políticas públicas, e não apenas uma parte do problema”, avaliou.
Siraque lembra que tramita na Casa o Sistema Único de Segurança Pública (Susp – PL 1937/07), que prevê ação coordenada das policias e um banco de dados centralizado. O projeto está parado desde 2007 na primeira comissão a que foi distribuída, Comissão de Educação e Cultura, onde sequer tem relator.
Diante do engavetamento da proposta e de olho na segurança durante a Copa do Mundo de 2014, o Executivo tenta reviver o debate com um novo projeto (PL 2903/11), enviado em dezembro do ano passado, e focado unicamente no banco de dados unificado e informatizado sobre segurança pública e drogas (Sinesp). Inicialmente apensado ao Susp, o projeto do banco de dados pode voltar a tramitar sozinho por requerimento do deputado Biffi (PT-MS).
 
 
 
Defesa
Dep. Arnaldo Faria de Sá
 (PTB-SP)
Autor da proposta do piso nacional aprovada em primeiro turno pela Câmara, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) defende o aumento salarial como o principal ponto para a melhoria da segurança pública. Segundo ele, sem reajuste não haverá política de segurança eficiente, uma vez que os policiais serão sempre forçados a buscar uma segunda fonte de renda. “Há interesse de manter os salários dos policiais baixos para ampliar o mercado da segurança privada. Com bons salários, acabam-se os bicos”, afirmou.
O parlamentar propôs que, além do aumento dos salários, seja instituída uma política de cursos de qualificação obrigatórios. “Hoje, não podemos fazer isso porque o policial, quando não está trabalhando na corporação, está no segundo emprego”, criticou.
Faria de Sá é presidente da comissão especial que vai analisar todas as propostas de emenda à Constituição voltadas para a carreira policial. O colegiado aguarda a manifestação dos estados sobre o impacto orçamentário da aprovação do piso salarial para ser efetivamente instalado. De acordo com o deputado, oito estados já responderam à comissão. “Com essa avaliação dos impactos, vamos comprovar que muitos estados estão trabalhando contra o piso nacional”, disse.

Íntegra da proposta:PL-1937/2007PEC-300/2008PEC-446/2009PL-2903/2011

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Marcelo Oliveira

FONTE - CORREIO DO BRASIL

Desabafo de um policial capixaba

Bom dia meus amigos, colegas e companheiros, aqui estamos nós mais uma vez a mercê de uma imprensa injusta, que fala e escreve o que quer e parece que aqui dentro da nossa instituição e também nossas associações, ninguém quer tomar nenhum tipo de providência.

Os senhores devem esta acompanhando o acontecido com nossos colegas no Bairro Jardim Tropical, na Serra, devem ter lido e ouvido, pela nossa magnífica imprensa, os policiais serem chamados de assassinos. Ora, me pergunto: somos assassinos, matamos porque queremos, temos prazer em matar as pessoas?

Entendo que, existe uma lei, e essa lei me coloca em uma situação de defesa, tanto minha, como da sociedade, e essa lei me dá quatro prerrogativas, vejam só, vou citar duas: estrito cumprimento do dever legal ou legitima defesa. Nem preciso citar as outras duas.

Já respondi pra essa imprensa imcompetente que não somos assassinos. Vou citar aqui, como que as coisas são, como que a nossa maravilhosa sociedade e a nossa maravilhosa imprensa, são hipócritas, se os senhores lembram, a poucos dias, alguns motoqueiros, sairam atirando em um bairro do município de cariacica e acertaram um bebezinho nos braços do Pai, no quintal da casa.

Mataram uma criança por nada. Pergunto de novo, o que a sociedade fez em prol desse pai, dessa mãe que perdeu seu filho injustamente, a sociedade fez protesto, fechou ruas, colocou cartazes chamando esses motoqueiros de assassinos, pediram justiça, usaram a imprensa pra isso, e a imprensa, o que fez? Ela esteve com os pais do bebezinho, ela foi lá da apoio, mostrar solidariedade?

Não, não, não senhores! Sabe o que aconteceu? Foi apenas mais um que morreu, apenas isso,....Agora vejam só, como que as coisas mudam, como que se perderam os valores: policiais, trabalhando, decentemente, se deparam com um veículo roubado, na qual o proprietário teve uma arma na cabeça na hora do roubo, começam a fazer o acompanhamento desse veículo, acompanhamento esse que durou por um período longo, que tinha 7 indivíduos dentro; do nada começam a atirar.

E o que fazemos? Toda ação tem uma reação. É a nossa defesa. É isso que é nos ensinado, temos que nos proteger, proteger a sociedade hipócrita, e infelizmente, 1 morreu, um jovem que ja estava sendo levado para o lado do mal, aliás pelo próprio primo. 7 bandidinhos, já sabiam roubar, coloca arma na cabeça da sociedade hipócrita, usa umas pedrinhas, coisinhas bobas né?

Graças a Deus que morreu só 1, poderia ter sido os 7, ai é que vem a moral da histórias amigos, o que a sociedade e a imprensa hípócrita fizeram, olha só, a sociedade,..... fechou ruas, chamou os policiais de assassinos, fizeram cartazes, falaram na imprensa, queimaram carros, depredaram as ruas, pediram justiça e a nossa maravilhosa imprensa, fez a maior cobertura, colocou em seus meios de comunicação e de forma bem clara,...Assassino, ouviu a sociedade, acompanhou velório, deu toda cobertura.

Parabéns, vocês se merecem, aqui vai uma frase e quero que entendam,.....A sociedade cria o lixo, e se torna vitima do próprio lixo que cria. Um bebezinho que morre nos braços do pai, não tem valor pra sociedade, mas 7 bandidinhos tem e muito, não adianta chorar na TV. Esse choro é de familias que não tiveram a capacidade de educar seus filhos.

Esse choro é de fracasso, de incapacidade, de ter fechado os olhos, fingindo que não está vendo, que nada vai acontecer, mas infelizmente, aconteceu. Sou solidário a todos, mas tenho que dizer bem claro: somos nós que estamos do outro lado. Será que essa sociedade merece tanto o nosso suor? porque não começarmos a deixar eles mesmos limparem esse lixo que eles criam?

A policia não vicia filho de ninguém, não ensina a matar, a roubar; E essa imprensa, também já esta na hora de nos unirmos e comerçarmos a entrar na justiça contra esses profissionais que nos acusam de algo que não somos. Ah sim, vão falar na tal liberdade de imprensa. Ué, me pergunto de novo e a vocês também; então ela pode dizer pra todo mundo que eu sou assassino, sou ladrão, e fica por isso mesmo? não, senhores, somos responsáveis pelos nossos atos.

Se chamam de assassino, terão que provar que sou assassino. Como disse no inicio, temos 4 prerrogativas na lei que nos da o direito de defender essa sociedade hipócrita. Não somos assassinos, somos Policiais, profissionais de segurança. Que seja o início de uma luta justa para nós. Não podemos ser taxados como o grande culpado do lixo criado pela sociedade. Vamos começar a cobra e exigir mais respeito, de forma legal.

Que Deus continue nos guiando e protegendo, parabéns a todos os policiais que lutam dia a dia pra essa sociedade injusta e hipócrita.

Recebi por e-mail essa mensagem encaminhada por um policial militar do ES e preferi manter a sua identidade em anonimato. E representa a minha opinião pessoal também. Creio que representa a opinião de todos os trabalhadores da segurança pública do Brasil. Capitão Assumção.


Fonte: Blog do Capitão Assumção

segunda-feira, 5 de março de 2012

Cel. Pacheco repudia políticos que tentam tirar proveito da dificuldade dos Políciais Militares

Essa luta só vai terminar entre os dirigentes das Entidades de Classe quando a Lei de Subsídio for votada na Assembleia Legislativa do Estado. Por isso, eles continuam atentos e acompanhando o andamento da Lei que encontra-se na Casa Civil.

Cel. Pacheco num dos encontros com o Governador Omar Aziz no Palácio
Mostrando-se bastante indignado o presidente do Clube dos Oficiais da Polícia Militar do Amazonas, Ten. Cel.PM Fabio Pacheco contestou duramente políticos que depois de vencida a primeira batalha, querem tirar proveito da mídia para confundir a tropa com discursos falsos que não condiz com a realidade e com as conquistas obtidas recentemente pela PMAM, graças ao empenho dos representantes das Entidades de Classe e da boa vontade do governador Omar Aziz. Ele fez questão elogiar o trabalho que o Deputado Cabo Maciel (PR) vem desenvolvendo no parlamento estadual, representando dignamente os Policiais e Bombeiros Militares no Amazonas.
Oficiais apoiaram o repúdio do Cel. Pacheco
Lembrou o Oficial que foram mais de 60 dias reunindo de manhã, tarde e a noite com a Comissão nomeada pelo Governador para se conseguir aprovar um aumento para a categoria. Recorda Pacheco que essa rotina, lhe fez alcançar o índice mais alto do stress onde as ideias pareciam ter desaparecidos de sua mente, dores de cabeça frequentes, cumprir o horário de trabalho e se concentrar em sua atividade se tornaram difícil, o dia passava e ele nem percebia que havia esquecido de alimentar-se, surgiram dores nos ombros, na nuca, nas costas, chegou a ficar desanimado devido a pressão que recebia da oficialidade e o corpo parecia pesar toneladas.
Cel. Pacheco surpreende Dep. Cabo Maciel líderes
das Entidades de Classe e o Cmte. da PMAM

   As negociações foram desgastantes demais, destacou Cel. Pacheco, mas aprendi muito com liderança do Deputado Maciel e demais companheiros representantes de outras entidades de Classe dos Policiais Militares durante esse período.

   Equilíbrio está simples palavra me disse muito quando pensava que não ia mais dar certo após uma frustrante reunião, mas percebia que no comando das negociações tinha um líder, pessoa disciplinada, persistente, de coragem e muita personalidade e força de vontade em querer resolver de forma política e democrática a Lei de Subsídio para que a população não viesse ser prejudicada com uma paralisação a exemplo, que vinha acontecendo naquele momento na Bahia e no Rio de Janeiro, que foi o Deputado Cabo Maciel.

   Políticos Aproveitadores
Cel. Pacheco mostra-se revoltado com os aproveitadores

Cel. Pacheco fez um alerta aos futuros oficiais, hoje, nós retiramos de dentro dos quartéis políticos aproveitadores que no passado iam lá conhecer nossas dificuldades e saiam para fazer mídia e nunca resolviam nossos problemas, até as correções inflacionárias para se conseguir era a maior luta e quando o governo pagava era parcelado.
Cel. Pacheco lembra que ainda tem outras conquistas

Hoje, temos um militar, Cabo Maciel que apesar de estreante no parlamento me demonstrou muita competência, determinação e seriedade em sua luta pelas causas dos Policiais e Bombeiros Militares. “Me desculpe, Deputado Maciel e aos presidentes das entidades de classe, porque no início não acreditava no sucesso da negociação”, disse ele.
Ele enumera alguns nomes de políticos
Cel. Pacheco questionou ainda os opositores, dizendo não se lembrar da presença deles ou de pelo menos um telefonema dado por eles durante o período de negociação para oferecer pelo menos uma sugestão como contribuição para ajudar na proposta que estava sendo encaminhando naquele momento de dificuldade. Onde será que eles estavam? Na ocasião se o comando decidisse por uma Greve, com certeza eles seriam os primeiros a se esconderem. Por diversas vezes tivemos desentendimentos com os secretários do governador Omar Aziz, por não concordar eles como, por exemplo, a retirada da data base.
Cel. Pacheco, Cap. Sandoval e Sgto. Pereirinha

       Agora, que vencemos uma batalha conseguindo o aumento que após ser votado na Assembleia Legislativa e sancionado pelo governador Omar Aziz, o militar sabe quanto vai ganhar até 2016. Fico surpreso quando vejo na imprensa surgir comentários de políticos aproveitadores contestando a tabela querendo tirar uma fatia do bolo para fazer mídia em nome da nossa categoria. 
Dep. Cabo Maciel questiona com membros da Comissão
     “Nós não podemos deixar que isso aconteça, e, que venha influenciar dentro da tropa, porque já assistimos esse filme no passado, quando os políticos se aproveitavam das nossas dificuldades. Temos um representante Militar dentro do parlamento, uma pessoa que saiu da base, que conhece mais do que ninguém as dificuldades do nosso Policial Militar”, concluiu Fabio Pacheco.

Deputado Cabo Maciel pede celeridade nos processos e viaturas para o Presídio de Humaitá

O presídio de Humaitá tem problemas diferenciados dos demais em virtude de ter que abrigar criminosos de todo o Brasil. A falta de espaço faz com que todos fiquem juntos no mesmo Pavilhão.

Dep. Cabo Maciel conversa com os detentos
O sistema carcerário no Brasil se divide em algumas categorias: penitenciárias, presídios, cadeias públicas, cadeiões, casas de detenção e distritos ou delegacias policiais, colônias agrícolas entre outras. Mas em Humaitá a superlotação da Unidade Prisional “João Lucena Leite” reúne presos de todas as categorias devido o restrito espaço físico existente, conforme foi constatado pelo presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado, Deputado Cabo Maciel (PR), que esteve inspecionando o local no último final de semana e disse que vai solicitar mais celeridade nos processos e veículos para ajudar na condução dos detentos para Hospital, Clínicas e Fórum da cidade.
Uma horta foi criada na lateral do Pavilhão B

Lembra o parlamentar que o Diretor do Presídio, Sargento PM Eloy, fica impossibilitado de cumprir a risca essa divisão para que cada preso seja identificado por características e encaminhado para o local adequado.

Por se tratar de um município que faz fronteira com o Estado de Porto Velho, cujo estado faz ligação via terrestre com o resto do Brasil, facilita o acesso dos meliantes de todo o Brasil chegar com facilidade a Humaitá.
Dep. Cabo Maciel inspeciona a parte interna do Pavilhão A
 
A superlotação, o envolvimento de presos com organizações criminosas faz com que o novo diretor do Presídio tenha que se desdobrar para evitar fugas, crimes e rebeliões no presídio, sempre com resultados lastimáveis de sentenciados que são mortos por seus próprios companheiros, funcionários e familiares de detentos que são transformados em reféns.

Policiais civis e militares rejeitam proposta de reajuste do governo do PR

A última proposta de reajuste salarial apresentada essa semana pelo governo do Paraná para as polícias Militar, Civil e Científica do Estado não deve ser aceita. Os valores dos reajustes apresentam remuneração por meio do subsídio. O Sindicato das Classes Policiais Civis do Paraná (Sinclapol) convocou para a próxima terça-feira (6) uma assembleia com seus filiados para discutir os índices apresentados.

O presidente do sindicato, André Luiz Gutierrez, adiantou que os valores ficaram longe do pleiteado, não contemplando a classe de base. O sindicato alega que foi criada uma tabela para os escalões mais baixos, que desestimula policiais que iniciam a carreira, e outra para os delegados - no caso dos delegados, a tabela sugerida foi atendida pelo governo.

O sindicato reivindica que um investigador de quinta classe inicie na corporação com salário de aproximadamente R$ 5.750. O subsídio inicial proposto pelo governo é R$ 4.020, podendo, de acordo com a tabela e com o passar do tempo, alcançar um subsídio de R$ 8.196, levando em conta promoções e progressões ao longo da carreira. A Polícia Civil chegou a decidir pelo indicativo de greve, mas foi obrigada a cancelar o movimento, considerado ilegal pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).

Já a Polícia Militar descarta completamente um possível movimento grevista. "Queremos manter a situação numa legalidade absoluta. Até parece que o governo, ao não negociar, incentiva para que isso aconteça. A greve penaliza a sociedade e nós somos responsáveis por protegê-la", disse à Agência Brasil o presidente da Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares (Amai), coronel Elizeu Furquim.

Os pisos apresentados pelo governo para a categoria estão muito distantes do que foi reivindicado, na avaliação dos policiais. Para um policial militar que ingressa na corporação, o subsídio inicial proposto pelo governo foi R$ 3.225,00, que, com o tempo, poderá chegar a R$ 4.838, caso não haja promoção para postos superiores (cabo, sargento, subtenente).

O maior posto da Polícia Militar, que é o de coronel, terá um valor de subsídio que varia entre R$ 14.354 e R$ 21.531, conforme o tempo de serviço. A reivindicação é a de que o soldado ingresse já ganhando R$ 4,5 mil. "Acumulamos perdas desde 1999 e, agora, chegou a hora de sermos tratados com respeito. Queremos valorizar os cargos mais baixos", ressaltou o coronel. É preciso, segundo os policiais, também avançar nos índices de reajuste para os cargos intermediários.

FONTE - FOLHA

Os Generais Presidentes

Por Carlos Chagas - Jornalista

"Erros foram praticados durante o regime militar, eram tempos difíceis. Claro que no reverso da medalha foi promovida ampla modernização de nossas estruturas materiais. Fica para o historiador do futuro emitir a sentença para aqueles tempos bicudos."
Mas uma evidência salta aos olhos.

Quando Castelo Branco morreu num desastre de avião, verificaram os herdeiros que seu patrimônio limitava-se a um apartamento em Ipanema e umas poucas ações de empresas públicas e privadas.

Costa e Silva, acometido por um derrame cerebral, recebeu de favor o privilégio de permanecer até o desenlace no palácio das Laranjeiras, deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em construção, em Copacabana.

Garrastazu Médici dispunha, como herança de família, de uma fazenda de gado em Bagé, mas quando adoeceu, precisou ser tratado no Hospital da Aeronáutica, no Galeão.

Ernesto Geisel, antes de assumir a presidência da República, comprou o Sítio dos Cinamonos, em Teresópolis, que a filha vendeu para poder manter-se no apartamento de três quartos e sala, no Rio.

João Figueiredo, depois de deixar o poder, não aguentou as despesas do Sítio do Dragão, em Petrópolis, vendendo primeiro os cavalos e depois a propriedade. Sua viúva, recentemente falecida, deixou um apartamento em São Conrado que os filhos depois colocaram à venda, ao que parece em estado lamentável de conservação.

Não é nada, não é nada, mas os cinco generais-presidentes até podem ter cometido erros, mas não se meteram em negócios, não enriqueceram, nem receberam benesses de empreiteiras beneficiadas durante seus governos. Sequer criaram institutos destinados a preservar seus documentos ou agenciar contratos para consultorias e palestras regiamente remuneradas.

Bem diferente dos tempos atuais, não é? "
Por exemplo o Lulinha, filho do Lula, era até pouco tempo atrás funcionário do Butantã/SP, com um salário (já na peixada politica) de R$ 1200,00 e hoje é proprietário de uma fazenda em Araraquara, adquirida por 47 milhões de reais, e detalhe, comprada a vista.
Centenas de outros politicos, também trilharam e trilham o mesmo caminho.
Se fosse aberto um processo generalizado de avaliação dos bens de todos politicos, garanto que 95% não passariam, seria comprovado destes o enriquecimento ilícito. Como diria Boris Casoy "Isto é uma vergonha" e pior, ninguém faz nada.
 
Fonte: Site PEC 300

quinta-feira, 1 de março de 2012

Lei de Subsídio recebe últimos reajuste para ser encaminhado para votação na ALEAM

Cabo Maciel é sem dúvida um dos mais preocupados com aprovação da Lei de Subsídios dos Policiais e Bombeiros Militares. Técnicos da Comissão de Segurança Pública da ALEAM estão presentes diariamente na SEAD e Casa Civil.
 
Dep. Cabo Maciel acaba com boato
O presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), Deputado Cabo Maciel disse hoje, (29), que a Lei de Subsídios dos Policiais e Bombeiros Militares do Amazonas está na Casa Civil sendo formatada para ser encaminhada para votação na ALEAM.
Disse Cabo Maciel que só vai sossegar quando ver a Lei votada e sancionada pelo governador Omar Aziz, que deu garantias que após sua aprovação os militares vão receber retroativo a primeiro de janeiro. Maciel disse que uma equipe da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Estado tem se reunido diariamente com os técnicos da SEAD para ajustar os últimos detalhes antes de ser enviado para votação.

Cabo Maciel destaca, na ALEAM, Lei de Projeção Salarial e subsídios da PMAM

O líder do PR na Assembleia Legislativa recebeu apoio de seus pares e destacaram a luta que o Deputado Cabo Maciel vem tendo em favor de novas conquistas para os Policiais e Bombeiros Militares.


Deputado Cabo Maciel fala da conquista para os militares
O deputado estadual Cabo Maciel (PR) aproveitou a sessão de hoje (29), na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) para agradecer a confiança do governador Omar Aziz (PSD) que definiu a questão salarial dos Policiais Militares e Corpo de Bombeiros. O deputado se referia as negociações Lei de Remuneração do Policial Militar, a Lei de Projeção Salarial e Subsídios da PM, acordadas com o Governo do Estado, que atendeu as reivindicações da categoria e abriu as portas para 64 dias de negociações.
O deputado disse ainda, que existe muita conversa e desinformação quanto ao Projeto de Lei, que, segundo ele, vai tratar da viabilização da lei de subsídios, para o qual será demandado recursos no valor de R$ 273 milhões para os próximos cinco anos, ou seja, de 2012 a 2016. A lei de subsídios beneficia a ativa, reserva e os pensionistas da PM e Corpo de Bombeiros, como ressaltou Cabo Maciel.
O parlamentar agradeceu ainda, ao apoio dos deputados e das associações militares, como de Cabos e Soldados e Bombeiros Militares do Amazonas; Clube dos Oficiais; Subtenentes e Sargentos da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, dos Inativos; das Mulheres Esposas de Militares Estaduais, do Chefe da Casa Civil, Raul Zaidan, do Secretário de Governo George Tasso e a Secretária Estadual de Administração, Ligia Abraim Fraxe Licatti.
Lideres das Associações reunidos na casa do governador
Cabo Maciel assegura que o pleito — com projeções salariais para cinco anos, com ganhos reais — foi acatado pelo governador. “A PM, em 174 anos de existência, nunca teve um reconhecimento tão grande. Tenho 19 anos de corporação e vi, no governador, vontade de negociar. Hoje o nosso policial sabe quanto vai ganhar, de 2012 até 2016”, disse ele, ao assegurar que não há percentual diferenciado. “Temos o ganho real ano a ano e a manutenção da data-base, todo 21 de abril. Essa projeção de salário nenhum Estado conseguiu”, completou. Segundo Maciel, o Estado do Pará, por exemplo, fechou o salário da PM em R$ 2.025. “Mas eles não têm data-base e nem projeção salarial. No próximo ano vão ter que correr atrás de entendimento”, ressaltou.
Pelos números destacados pelo parlamentar, a base salarial do soldado ao coronel, chegará em 2016 com 90,33% de reajuste, fora a data-base, mantida em 1º de abril. “E se jogar a média de 5% ao ano, chegaremos a 25%, mas como é juro sobre juro, esse reajuste deve chegar a 30%”, garantiu.
O deputado destacou ainda os investimentos do governo na Segurança Pública, no valor de R$ 250 milhões, gastos em equipamentos, viaturas, e no treinamento de pessoal. “O homem que vai dirigir as viaturas precisa ser valorizada. E isso fomos buscar com o governador Omar”, disse.
Apartes
Dep. Cabo Maciel cumprimentado pela tropa
Deputados como Chico Preto (PSD), líder da maioria, e Marcos Rotta (PMDB), vice-presidente da Casa Legislativa, apartearam o discurso do deputado para ressaltar o empenho do parlamentar nessa questão junto ao governo do Estado. “Pela história do governador Omar Aziz não teria uma postura diferente nessa questão. A segurança pública não é uma prioridade só da população, mas do governo que represento”, disse o deputado, ao assegurar que só no Ronda no Bairro o governo aumentou o efetivo em 2,5 mil profissionais. Chico Preto, disse, ainda ser testemunho do compromisso do deputado Maciel com a Polícia Militar e de sua luta em prol dos praças e oficiais.
Dep. Cabo Maciel conversa com os alunos soldados
Marcos Rotta, por sua vez, cumprimentou o deputado pelo trabalho que realiza desde a posse na ALEAM, mostrando os problemas, apontando soluções e reconhecendo o esforço do governador e da polícia na área de segurança pública.
“Para falar desse tema é preciso ter coragem e para enfrentar o tema a coragem tem que ser redobrada”, disse ele, ao ressaltar a experiência do governador Omar Aziz como secretário de Segurança. “Participei de reuniões e presenciei o governador conclamando o deputado Cabo Maciel para apontar os problemas, desafios, e colaborar na implementação do Ronda no Bairro. E ele não se limitou a ajudar, mas percorreu o interior do Estado, reuniu com lideranças e trouxe os anseios dos militares para o governo”, garantiu.
Governador Omar com Dep. Cabo Maciel
Marcos Rotta disse não ter dúvidas que o Ronda no Bairro é um divisor de águas na área de Segurança Pública. Ele ressaltou que com poucos dias de lançamento, o governador de Rondônia veio em comitiva a Manaus conhecer o programa moldado em uma concepção diferenciada, que aproxima do cidadão e cria a polícia comunitária. “Quero não apenas enaltecer o programa, mas fazer Justiça ao deputado que não mede esforços para ajudar a melhorar a segurança pública”, disse.
José Ricardo (PT), por sua vez, questionou a insatisfação dos policiais com a divulgação dos dados pessoais e fotografias das equipes do Ronda no Bairro. Segundo Maciel, os policiais entraram no Ministério Público para resguardar suas imagens, pois estariam muito expostos.
Cabo Maciel informou, ainda, que apresentou Projeto de Lei que trata da carreira dos praças e bombeiros da Polícia Militar, para que eles tenham asseguradas as promoções de carreira.